Fluidoterapia (Passe)

Fluidoterapia (Passe)

  FLUIDOTERAPIA   Popularmente conhecida como "Passe", é um trabalho muito procurado pelos frequentadores das Casas...

Fluidoterapia (Passe)

 

FLUIDOTERAPIA
 

Popularmente conhecida como "Passe", é um trabalho muito procurado pelos frequentadores das Casas Espíritas. 

Para o Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, a palavra passe apresenta vários significados, entre outros, é o “ato de passar as mãos repetidas vezes por diante ou por cima de pessoa que se pretende magnetizar ou curar pela força mediúnica.”

O Dicionário de Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo conceitua passes como sendo

movimentos com as mãos, feitos pelos médiuns passistas, nos indivíduos com desequilíbrios psicossomáticos ou apenas desejosos de uma ação fluídica benéfica. (…) Os passes espíritas são uma imitação dos passes hipnomagnéticos, com a única diferença de contarem com a assistência, invocada e sabida, dos protetores espirituais.” 

O Espiritismo oferece uma visão mais abrangente do assunto que, resumidamente, podemos assinalar assim:

Passe é uma transmissão conjunta, ou mista, de fluidos magnéticos – provenientes do encarnado – e de fluidos espirituais – oriundos dos benfeitores espirituais, não devendo ser considerada uma simples transmissão de energia animal (magnetização).
A aplicação do passe tem como finalidade auxiliar a recuperação de desarmonias físicas e psíquicas, substituindo os fluidos deletérios por fluidos benéficos; equilibrar o funcionamento de células e tecidos lesados; promover a harmonização do funcionamento de estrutura neurológicas que garantem o estado de lucidez mental e intelectual do indivíduo.
O passe é, usualmente, transmitido pelas mãos, mas também pode ser feito pelo olhar, pelo sopro ou, à distância, por intermédio das irradiações mentais.
A transmissão e a recepção do passe guarda relação com o poder da vontade de quem doa as energias benéficas e de quem as recebe.
A cura verdadeira das doenças está relacionada ao processo de reajuste do Espírito, que pode extrapolar o limite de tempo de uma reencarnação, sendo o passe apenas um instrumento de auxílio.
Para prevenir-se contra enfermidades ou perturbações, não previstas na Lei de Causa e Efeito, é necessário que a pessoa defina e siga uma programação de melhoria moral, de esclarecimento espiritual.
Para Emmanuel, "assim como a transfusão de sangue representa uma renovação das forças físicas, o passe é uma transfusão de energias psíquicas, com a diferença de que os recursos orgânicos são retirados de um reservatório limitado, e os elementos psíquicos o são do reservatório ilimitado das forças espirituais".

 

Referências Bibliográficas:

HOUAISS, Antônio e Villar, Mauro de Salles. Dicionário Houaiss da Língua Rio de Janeiro: Editora Objetiva. 2009.

PAULA, João Teixeira. Dicionário Parapsicologia, Metapsíquica e Espiritismo. Volume III. São Paulo:Banco Cultural Brasileiro Editora, 1970.

XAVIER, Francisco Cândido. O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 28ª ed. Rio de Janeiro: FEB, 2008.

fonte: site da FEB

 

 

O PASSE EM ANIMAIS

 Para se aplicar o passe nos animais, é feita uma preparação específica entre os trabalhadores dessa tarefa, por conta da diferença energética entre nós, humanos, e os nossos irmãos animais. Ao contrário do que se pensa, a fluidoterapia pode sim ser aplicada nos animais, como forma complementar de auxiliar na recuperação física. Para isso, é preciso um preparo especial da equipe encarnada, que deve pedir auxílio ao Alto, para que os Amigos Espirituais apliquem as energias necessárias aos irmãos menores, de acordo com sua constituição espiritual.

 

José Herculano Pires, em seu livro "Mediunidade" (cap. 11), nos dá uma importante explicação a respeito desse assunto:

 

 

 

“Não podemos elevar aos animais a condição de médiuns, mas podemos conceder-lhes os benefícios da mediunidade. A assistência mediúnica aos animais é possível e grandemente proveitosa. O animal doente pode ser socorrido por passes e preces até mesmo com os recursos da água fluidificada. Os médiuns veterinários, médiuns que se especializassem no tratamento de animais, ajudariam a Humanidade a livrar-se das pesadas conseqüências de sua voracidade carnívora. Kardec se refere, em “O Livro dos Médiuns” (no cap.22 - 'Mediunidade dos Animais'), a tentativas magnetizadoras, na França, de magnetizar animais e desaconselha essa prática em vista dos motivos contra a mediunidade animal. Entende mesmo que os fluídos vitais humanos para o animal é perigosa, em virtude do grande desnível evolutivo entre as duas espécies. Mas na Mediunidade Veterinária a situação se modifica. O reino animal é protegido e orientado por espíritos humanos que foram zoófilos na Terra, segundo numerosas informações mediúnicas. O médium veterinário, como o médium humano, não transmite seus fluídos no passe por sua própria conta, mas servindo de meio de transmissão aos espíritos protetores”.

 

 

 

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